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Revista Cinética:A voz que arde sem se ver - Ecos de Cocteau em Almodóvar e João Rui Guerra da Mata

Publicado por Bárbara Bergamaschi em 27 de Agosto de 2021


Jean Cocteau (1889—1963) é uma paixão que acompanha o cineasta Pedro Almodóvar há décadas. Foi somente neste ano pandêmico que o diretor espanhol tornou explícita sua relação “póstuma” de mais de 20 anos com o cineasta da vanguarda francesa. Seu mais recente filme, A Voz Humana (The Human Voice, Pedro Almodóvar, 2020), filmado durante a quarentena de COVID-19, é uma adaptação do drama homônimo escrito pelo diretor francês. O média-metragem de 30 minutos, estrelado por Tilda Swinton, estreará em breve nas salas de cinema. Pude vê-lo antecipadamente em uma sessão especial em Abril ao lado do filme O Que Arde Cura (João Rui Guerra da Mata, 2012) – também inspirado no texto de Cocteau – seguido de debate com os realizadores João Rui Guerra da Mata e João Pedro Rodrigues, no Cinema Trindade da cidade do Porto em Portugal. Este texto procura “captar” o sinal da voz Cocteau, seus ecos e suas ressonâncias nos filmes dos dois cineastas.


Para ver texto na íntegra: http://revistacinetica.com.br/nova/barbara-cocteau-almodovar-guerra-da-mata-2021/

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